Metodologia para esporulação e produção de culturas monospóricas de Sphaeropsis sapinea

Autores

  • Paula Rachel Rabelo Corrêa Basilio Universidade Federal do Paraná, Engenharia Florestal,
  • Celso Garcia Auer Embrapa Florestas
  • Álvaro Figueredo dos Santos Embrapa Florestas
  • Antonio Rioyei Higa Universidade Federal do Paraná, Curso de Engenharia Florestal

Palavras-chave:

Inóculo, patógeno, pínus.

Resumo

Sphaeropsis sapinea é um dos principais patógenos causadores de perdas em plantios comerciais de Pinus spp. Estudos de controle por resistência genética podem ser feitos pela inoculação de vários isolados monospóricos em populações de pínus e selecionando-se os indivíduos resistentes. Este trabalho descreve uma metodologia de produção de picnídios in vitro e culturas monospóricas de S. sapinea, usando um meio ágarágua (AA) com fragmentos de acículas de Pinus taeda esterilizadas. Quatro isolados de S. sapinea foram testados e os picnídios e conídios maduros foram observados após 14 dias de incubação, sob luz fria em BOD, a 25 °C. Os picnídios foram triturados em água e os conídios germinaram após duas horas de incubação em meio AA, em BOD, a 25 ºC. Os conídios germinados formaram  colônias que foram purificadas em meio extrato de malteágar e mantidas em tubos de ensaio com o mesmo meio e imersas em óleo mineral estéril para preservação. A metodologia revelou ser adequada para a produção de colônias monospóricas do fungo S. sapinea.

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Como Citar

BASILIO, P. R. R. C.; AUER, C. G.; SANTOS, Álvaro F. dos; HIGA, A. R. Metodologia para esporulação e produção de culturas monospóricas de Sphaeropsis sapinea. Pesquisa Florestal Brasileira, [S. l.], n. 54, p. 145, 2010. Disponível em: https://pfb.cnpf.embrapa.br/pfb/index.php/pfb/article/view/139. Acesso em: 18 abr. 2021.

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