Uso do silicato de potássio no controle de oídio em mudas de Eucalyptus benthamii

Bruno Schultz, Karen Christiane Bora, Antonio Carlos Nogueira, Celso Garcia Auer

Resumo


Avaliou-se a efetividade do silicato de potássio (K2SiO3) no controle de oídio em mudas de Eucalyptus benthamii. Quatro tratamentos foram testados: pulverização de K2SiO3 (4 mL L-1) por 7 dias, pulverização de K2SiO3 (4 mL L-1) por 14 dias, pulverização do fungicida epoxiconazole + piraclostrobina (6 mL L-1) por 14 dias e pulverização de água ultrapurificada por 7 dias. Dez mudas com 90 dias de idade foram utilizadas por parcela em três blocos ao acaso. A inoculação foi feita pincelando-se esporos de Oidium eucalypti, retirados de mudas de E. benthamii já infectadas, sobre aspartes superiores de mudas sadias. Aos 150 dias, avaliou-se a severidade da doença e determinou-se a massa fresca (MF) e a massa seca (MS) da parte aérea. Mediu-se o diâmetro do coleto (DC) e altura (H) das mudas aos 120 e 150 dias. Não houve diferenças significativas no incremento em altura das mudas, na relação H/DC e MS. A pulverização de silicato de potássio aos 14 dias apresentou os melhores resultados no incremento do colo, no controle da doença e na diferença entre MS e MF (p < 0,05). O uso de silicato de potássio em intervalos de 14 dias pode ser uma forma de controle do oídio, favorecendo o crescimento da muda de E. benthamii.

 

doi: 10.4336/2012.pfb.32.69.93


Palavras-chave


Silício, Resistência, Oidium eucalypti

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