Estrutura da vegetação colonizadora em ambiente degradado por extração de cascalho em Diamantina, MG

Israel Marinho Pereira, Anne Priscila Dias Gonzaga, Evandro Luiz Mendonça Machado, Marcio Leles Romarco Oliveira, Izabel Cristina Marques

Resumo


Este trabalho procurou identificar e quantificar espécies colonizadoras e estrutura em área de empréstimo, assim como listar espécies para recuperação de áreas degradadas. Foram selecionados três ambientes, sendo o ambiente 1 (A1) com histórico de uso menos intenso; ambiente 2 (A2) nível de degradação intermediário e ambiente 3 (A3) com maior degradação. Nos três ambientes foram sorteadas 20 parcelas de 25 m2. Nestas, foram amostrados todos os indivíduos com altura ≥ 0,10 m e DAS ≤ 5,0 cm. Foram calculados os índices de diversidade de Shannon (H’), equabilidade de Pielou (J’), similaridade de Jaccard e Czekanowski, assim como os parâmetros fitossiológicos e a análise de espécies indicadoras. Foram registradas 32 espécies pertencentes a 15 famílias. O ambiente A1 foi o mais rico em espécies e com maior densidade e A2 apresentou a menor riqueza e densidade. Os ambientes apresentaram baixa similaridade florística e estrutural, sendo observadas diferenças estatísticas para a densidade (sendo encontrados 844, 270 e 497 indivíduos em A1, A2 e A3, respectivamente) e diversidade que variou entre 1,680 a 2,074 nats.indivíduo-1. Provavelmente, estas divergências se devem às variações do ambiente impostas pelas diferentes intensidades de degradação.


Palavras-chave


Adaptações ambientais; Histórico de degradação; Sucessão ecológica

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DOI: https://doi.org/10.4336/2015.pfb.35.82.769



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