Desempenho de Espécies Florestais e Pastagens em Sistemas Silvipastoris no Estado do Pará

Célia Maria Braga Calandrini de Azevedo, Jonas Bastos da Veiga, Jorge Alberto Gazel Yared, Luciano Carlos Tavares Marques

Resumo


Propor modelos alternativos de uso-da-terra que sejam econômicos e ecologicamente sustentáveis tem sido um grande desafio da pesquisa agrícola na Amazônia. Os sistemas silvipastoris (SSPs) têm sido considerados promissores para integrar o cultivo arbóreo nos sistemas pecuários e recuperar pastagens degradadas da Amazônia. Em Paragominas, Estado do Pará, foram estudados nove sistemas silvipastoris constituídos da combinação binária das espécies florestais paricá (Schizolobium amazonicum), tatajuba (Bagassa guianensis) e eucalipto (Eucalyptus tereticornis), plantadas em faixas de 6 m de largura, afastadas de 12 m, com as pastagens capim braquiarão (Brachiaria brizantha), capim quicuio da amazônia (B. humidicola), e capim colonião (Panicum maximum) e em capim dictioneura (B. dictyoneura), plantadas nas entre-faixas. O sistema de manejo se caracterizava por ser rotacionado com 14 dias de permanência e 42 dias de descanso, e foi avaliado no período de agosto de 1990 a novembro de 1991. As melhores interações foram paricá e capim braquiarão e eucalipto e capim braquiarão.

 

doi: 10.4336/2009.pfb.60.57


Palavras-chave


Integração árvore-pastagem; crescimento de árvores; produção de pastagem; capacidade de suporte; Amazônia brasileira

Texto completo:

PDF




Direitos autorais 2010

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - Não comercial - Sem derivações 4.0 Internacional.

INDEXADORES:

ASP / Ebsco, AGRIS, Agrobase / Binagre , BDPA, CABI Direct, CCN, CIRS, Diadorim , DOAJ, e.journals, Forestry Compendium, Genamics JournalSeek, Google Acadêmico, Journals for free, Latindex, Livre, Miar, OasisbrPortal da Capes, RCAAP, Road, Sabiia, Scilit, Redib

.

Pesquisa Florestal Brasileira
Brazilian Journal of Forestry Research

 

Este periódico é afiliado à Associação Brasileira de Editores Científicos.


Os originais publicados na Pesquisa Florestal Brasileira estão disponibilizados de acordo com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional