Propagação assexuada de Cupressus lusitanica

Autores

  • Dagma Kratz Universidade Federal do Paran
  • Ivar Wendling Embrapa Florestas
  • Gilvano Ebling Brondani Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” - Esalq/USP
  • Leonardo Ferreira Dutra Embrapa Clima Temperado

Palavras-chave:

Estaquia, miniestaquia, enxertia, indução de brotações.

Resumo

Objetivou-se avaliar a indução de brotações epicórmicas em cepas e as técnicas de estaquia, miniestaquia e enxertia para a clonagem de Cupressus lusitanica. Para a estaquia, testaram-se concentrações de ácido indolbutirico e substratos em plantas de 5 e 10 anos de idade. Na miniestaquia, avaliou-se o tipo de propágulo. Na enxertia, utilizaram-se propágulos de árvores de 10 anos como enxertos para o primeiro subcultivo, sendo, a partir deste, coletadas as brotações para o segundo subcultivo. A espécie apresentou difícil enraizamento e a enxertia, o melhor resultado. A indução de brotações de cepas apresentou baixa viabilidade.doi: 10.4336/2010.pfb.30.62.161

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Biografia do Autor

Dagma Kratz, Universidade Federal do Paran

Engenheira Florestal, Mestranda em Ciências Florestais

Gilvano Ebling Brondani, Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” - Esalq/USP

Engenheiro Florestal, M.Sc. em Engenharia Florestal, Programa de Pós-Graduação em Recursos Florestais

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Publicado

2010-10-26

Como Citar

KRATZ, D.; WENDLING, I.; BRONDANI, G. E.; DUTRA, L. F. Propagação assexuada de Cupressus lusitanica. Pesquisa Florestal Brasileira, [S. l.], v. 30, n. 62, p. 161, 2010. Disponível em: https://pfb.cnpf.embrapa.br/pfb/index.php/pfb/article/view/165. Acesso em: 28 fev. 2021.

Edição

Seção

Notas Científicas

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